Abordagem em três etapas para transformar o processamento de suínos em uma solução flexível e eficiente

Quando o objetivo é aumentar a automação e decidir onde ela fará mais diferença nas suas linhas, há três pontos essenciais a considerar:

  • Analise sua linha de produtos: o que você produz hoje e o que pretende produzir no futuro

  • Entenda seus processos atuais: o que funciona, onde estão os gargalos, se a capacidade é suficiente, onde há dificuldade para encontrar mão de obra

  • Ajuste sua solução: onde a automação resolve o problema, como melhorar o fluxo de trabalho, quanto controle de produção é necessário e como se preparar para crescer

Sistema produto–processo–solução para otimizar instalações de processamento

O segredo da lucratividade no processamento de suínos é maximizar o valor da carcaça mantendo os custos operacionais baixos. Os processadores precisam atender a uma ampla gama de produtos finais, obter altos rendimentos, cumprir padrões rigorosos de qualidade e segurança alimentar, além de se adaptar à escassez de mão de obra, pressão por margens e mudanças nas demandas do mercado.

Diante de tantos fatores, reestruturar as linhas de processamento para atender às necessidades atuais — e ainda manter flexibilidade para o futuro — pode ser desafiador. É difícil avaliar quais avanços tecnológicos, como automação e software, farão mais diferença e como eles se integram aos processos já existentes.

Independentemente da complexidade, os processadores reconhecem que melhorar a eficiência é essencial para manter a competitividade no longo prazo. A grande questão, portanto, é: como definir a solução ideal para as suas necessidades específicas?

A abordagem em três etapas

A abordagem produto–processo–solução considera cuidadosamente todos os elementos da sua linha de processamento: o mix de produtos, os processos e os objetivos de produção.

Ao entender claramente as necessidades, os gargalos, as metas e as prioridades da produção, é mais fácil explorar opções de solução — desde os níveis de automação até o número de máquinas — resultando em uma instalação otimizada.

Essa abordagem permite que a JBT Marel configure linhas completas ou integre a solução ideal em linhas já operacionais, sempre com foco nos seus objetivos finais. Além disso, o design modular das soluções JBT Marel viabiliza uma implementação gradual e crescimento escalável. Trabalhamos em parceria com você para entender os desafios, metas e necessidades do seu negócio.

Vamos detalhar cada um dos três elementos da abordagem e, em seguida, explorar um exemplo prático.

Três elementos de uma planta flexível e rentável

1. O produto

Quais são os produtos finais que você fabrica hoje e o que deseja produzir no futuro?

Identificar claramente o mix de produtos de entrada e saída no início do projeto cria uma base sólida para uma instalação que atenda às suas metas de longo prazo. Algumas perguntas que consideramos:

  • Qual é o seu mercado-alvo? Nacional e/ou exportação? Varejo ou food service? Produtos frescos ou industrializados?

  • Quais produtos finais específicos precisam ser produzidos?

  • É necessária flexibilidade para alternar entre diferentes tipos de produto?

2. O processo

Qual é a maneira mais eficiente de transformar o produto de entrada nos produtos finais desejados? Este passo busca definir a forma mais eficiente de processar o mix de produtos escolhido. Cada etapa impacta de maneira diferente o rendimento, os custos com mão de obra e o tempo de parada. Ao revisar cada processo, destacamos o que funciona bem e onde há gargalos:

  • Tarefas – definição das ações específicas necessárias

  • Sequência de trabalho – estabelecer a ordem correta das tarefas para garantir eficiência e consistência

  • Capacidade – determinar o volume necessário para atender à demanda mantendo qualidade e rendimento

É nesse momento que começamos a avaliar como mudanças nos níveis de automação podem influenciar os gargalos e resolver outros desafios.

3. A solução

Escolher a tecnologia certa para atingir as metas de produto e processo Com o mix de produtos e os processos definidos, é hora de escolher as soluções que melhor atingirão seus objetivos. Uma solução vai além de equipamentos ou software: ela determina como o fluxo, a automação e o controle se combinam para criar uma linha de produção eficiente. A solução certa oferece o nível de automação adequado, permite escalabilidade para variações futuras de produto, otimiza o fluxo e reduz ineficiências.

Neste passo, consideramos:

  • Fluxo/logística – garantir movimentação contínua dos produtos com o mínimo de manipulação e paradas

  • Automação/robótica – reduzir a dependência de mão de obra mantendo precisão e eficiência

  • Controle/digitalização – oferecer monitoramento e otimização em tempo real para decisões mais eficazes

Um exemplo prático da abordagem

Como isso funciona na prática? Vamos analisar o caso de um processador de suínos que deseja solucionar a escassez de mão de obra e a falta de padronização na qualidade da linha de processamento de dianteiros.

O primeiro passo é investigar o mix de produtos e os processos existentes, identificar os desafios e estabelecer metas de processamento — imediatas e futuras.

O desafio: definir a forma mais eficiente de processar o dianteiro, equilibrando rendimento, automação, mão de obra e custo.

1. Definir o mix de produtos: entrada e saída

Embora o mix atual seja conhecido, também se consideram metas futuras como aumento da produção, ampliação da linha atual e entrada em novos mercados. Esse processador atua no mercado interno, mas quer expandir para exportação.

2. Considerações sobre o processo:

  • Qual é o processo atual? tarefas, sequência, capacidade

  • Onde estão os gargalos?

  • Quais são os desafios? escassez de mão de obra, perda de carne nobre na desossa, qualidade inconsistente, pouca visibilidade dos produtos

Com base na análise dos processos, dos desafios e das metas, exploramos opções:

3. A solução:

  • Quais são as opções de equipamentos disponíveis?

  • Níveis de automação versus operação manual

    Onde a automação trará mais impacto: carregamento dos dianteiros nos transportadores, desossa, remoção de pele inline, remoção automática da escápula e da paleta. Quantos postos de trabalho são necessários para atender à capacidade. Como garantir as melhores condições de saúde e segurança ocupacional.

  • Software

    O processador deseja melhorar a supervisão da produção e o controle do desempenho da equipe para aumentar a produtividade. À medida que avançar para mercados de exportação, será necessário aumentar a rastreabilidade para atender às exigências regulatórias internacionais. Relatórios e auditorias mais simples também seriam vantajosos.

  • Preparação contra a obsolescência

    O processador quer começar com uma solução básica e aumentar os níveis de automação conforme as necessidades do negócio evoluírem. Por isso, é importante escolher uma solução flexível, que acompanhe futuras demandas.

Essa escolha atende diretamente aos desafios imediatos de escassez de mão de obra qualificada, melhora a consistência dos produtos finais e reduz perdas causadas por desossa imprecisa.

Após a instalação, o processador observou um aumento significativo no rendimento, melhoria no fluxo de produção e maior satisfação da equipe. Dois benefícios inesperados também foram identificados: os postos de trabalho ergonômicos ajustáveis e as tarefas únicas executadas por operador ampliaram o perfil da mão de obra disponível, reduzindo ainda mais a escassez de pessoal. Além disso, o novo fluxo de trabalho e o design modular liberaram um espaço valioso na planta, possibilitando futuras expansões na mesma instalação.

Ao adotar uma abordagem modular, o processador pode escalar a automação gradualmente, sem altos investimentos iniciais. Com uma solução flexível, é possível ajustar o projeto para alcançar os objetivos definidos para os produtos finais, variando os níveis de automação conforme a disponibilidade de mão de obra.

Nosso processador optou por iniciar sua jornada de automação com a DeboFlex para dianteiros. O sistema de transporte suspenso reduz o risco de lesões e a dependência de operadores especializados, automatiza diversas etapas da desossa e melhora o fluxo de produção.

O futuro já começou

O sucesso dos processadores de carne suína hoje depende da capacidade de se adaptar aos desafios e otimizar o aproveitamento da matéria-prima. Os avanços em tecnologia de processamento suinícola chegam no momento certo para impulsionar o crescimento futuro da indústria, permitindo um aumento gradual da automação, com controle de custos e proteção das margens — sem abrir mão da flexibilidade para atender às demandas variáveis do mercado.

A abordagem produto–processo–solução da JBT Marel garante que as soluções de processamento sejam totalmente adaptadas às necessidades específicas da sua planta, com escalabilidade e eficiência, sem adicionar complexidade desnecessária.

Se você busca aumentar a rentabilidade, este é o momento ideal para avaliar como seu mix de produtos, seus processos e suas soluções estão alinhados com os objetivos de longo prazo da sua empresa.

Pronto para conversar sobre como configurar a solução de processamento ideal? Vamos nos conectar.

Abordagem em três etapas para transformar o processamento de suínos em uma solução flexível e eficiente

Quando o objetivo é aumentar a automação e decidir onde ela fará mais diferença nas suas linhas, há três pontos essenciais a considerar:

  • Analise sua linha de produtos: o que você produz hoje e o que pretende produzir no futuro

  • Entenda seus processos atuais: o que funciona, onde estão os gargalos, se a capacidade é suficiente, onde há dificuldade para encontrar mão de obra

  • Ajuste sua solução: onde a automação resolve o problema, como melhorar o fluxo de trabalho, quanto controle de produção é necessário e como se preparar para crescer

Sistema produto–processo–solução para otimizar instalações de processamento

O segredo da lucratividade no processamento de suínos é maximizar o valor da carcaça mantendo os custos operacionais baixos. Os processadores precisam atender a uma ampla gama de produtos finais, obter altos rendimentos, cumprir padrões rigorosos de qualidade e segurança alimentar, além de se adaptar à escassez de mão de obra, pressão por margens e mudanças nas demandas do mercado.

Diante de tantos fatores, reestruturar as linhas de processamento para atender às necessidades atuais — e ainda manter flexibilidade para o futuro — pode ser desafiador. É difícil avaliar quais avanços tecnológicos, como automação e software, farão mais diferença e como eles se integram aos processos já existentes.

Independentemente da complexidade, os processadores reconhecem que melhorar a eficiência é essencial para manter a competitividade no longo prazo. A grande questão, portanto, é: como definir a solução ideal para as suas necessidades específicas?

A abordagem em três etapas

A abordagem produto–processo–solução considera cuidadosamente todos os elementos da sua linha de processamento: o mix de produtos, os processos e os objetivos de produção.

Ao entender claramente as necessidades, os gargalos, as metas e as prioridades da produção, é mais fácil explorar opções de solução — desde os níveis de automação até o número de máquinas — resultando em uma instalação otimizada.

Essa abordagem permite que a JBT Marel configure linhas completas ou integre a solução ideal em linhas já operacionais, sempre com foco nos seus objetivos finais. Além disso, o design modular das soluções JBT Marel viabiliza uma implementação gradual e crescimento escalável. Trabalhamos em parceria com você para entender os desafios, metas e necessidades do seu negócio.

Vamos detalhar cada um dos três elementos da abordagem e, em seguida, explorar um exemplo prático.

Três elementos de uma planta flexível e rentável

1. O produto

Quais são os produtos finais que você fabrica hoje e o que deseja produzir no futuro?

Identificar claramente o mix de produtos de entrada e saída no início do projeto cria uma base sólida para uma instalação que atenda às suas metas de longo prazo. Algumas perguntas que consideramos:

  • Qual é o seu mercado-alvo? Nacional e/ou exportação? Varejo ou food service? Produtos frescos ou industrializados?

  • Quais produtos finais específicos precisam ser produzidos?

  • É necessária flexibilidade para alternar entre diferentes tipos de produto?

2. O processo

Qual é a maneira mais eficiente de transformar o produto de entrada nos produtos finais desejados? Este passo busca definir a forma mais eficiente de processar o mix de produtos escolhido. Cada etapa impacta de maneira diferente o rendimento, os custos com mão de obra e o tempo de parada. Ao revisar cada processo, destacamos o que funciona bem e onde há gargalos:

  • Tarefas – definição das ações específicas necessárias

  • Sequência de trabalho – estabelecer a ordem correta das tarefas para garantir eficiência e consistência

  • Capacidade – determinar o volume necessário para atender à demanda mantendo qualidade e rendimento

É nesse momento que começamos a avaliar como mudanças nos níveis de automação podem influenciar os gargalos e resolver outros desafios.

3. A solução

Escolher a tecnologia certa para atingir as metas de produto e processo Com o mix de produtos e os processos definidos, é hora de escolher as soluções que melhor atingirão seus objetivos. Uma solução vai além de equipamentos ou software: ela determina como o fluxo, a automação e o controle se combinam para criar uma linha de produção eficiente. A solução certa oferece o nível de automação adequado, permite escalabilidade para variações futuras de produto, otimiza o fluxo e reduz ineficiências.

Neste passo, consideramos:

  • Fluxo/logística – garantir movimentação contínua dos produtos com o mínimo de manipulação e paradas

  • Automação/robótica – reduzir a dependência de mão de obra mantendo precisão e eficiência

  • Controle/digitalização – oferecer monitoramento e otimização em tempo real para decisões mais eficazes

Ao adotar uma abordagem modular, o processador pode escalar a automação gradualmente, sem altos investimentos iniciais. Com uma solução flexível, é possível ajustar o projeto para alcançar os objetivos definidos para os produtos finais, variando os níveis de automação conforme a disponibilidade de mão de obra.

Nosso processador optou por iniciar sua jornada de automação com a DeboFlex para dianteiros. O sistema de transporte suspenso reduz o risco de lesões e a dependência de operadores especializados, automatiza diversas etapas da desossa e melhora o fluxo de produção.

Essa escolha atende diretamente aos desafios imediatos de escassez de mão de obra qualificada, melhora a consistência dos produtos finais e reduz perdas causadas por desossa imprecisa.

Após a instalação, o processador observou um aumento significativo no rendimento, melhoria no fluxo de produção e maior satisfação da equipe. Dois benefícios inesperados também foram identificados: os postos de trabalho ergonômicos ajustáveis e as tarefas únicas executadas por operador ampliaram o perfil da mão de obra disponível, reduzindo ainda mais a escassez de pessoal. Além disso, o novo fluxo de trabalho e o design modular liberaram um espaço valioso na planta, possibilitando futuras expansões na mesma instalação.

Um exemplo prático da abordagem

Como isso funciona na prática? Vamos analisar o caso de um processador de suínos que deseja solucionar a escassez de mão de obra e a falta de padronização na qualidade da linha de processamento de dianteiros.

O primeiro passo é investigar o mix de produtos e os processos existentes, identificar os desafios e estabelecer metas de processamento — imediatas e futuras.

O desafio: definir a forma mais eficiente de processar o dianteiro, equilibrando rendimento, automação, mão de obra e custo.

1. Definir o mix de produtos: entrada e saída

Embora o mix atual seja conhecido, também se consideram metas futuras como aumento da produção, ampliação da linha atual e entrada em novos mercados. Esse processador atua no mercado interno, mas quer expandir para exportação.

2. Considerações sobre o processo:

  • Qual é o processo atual? tarefas, sequência, capacidade

  • Onde estão os gargalos?

  • Quais são os desafios? escassez de mão de obra, perda de carne nobre na desossa, qualidade inconsistente, pouca visibilidade dos produtos

Com base na análise dos processos, dos desafios e das metas, exploramos opções:

3. A solução:

  • Quais são as opções de equipamentos disponíveis?

  • Níveis de automação versus operação manual

    Onde a automação trará mais impacto: carregamento dos dianteiros nos transportadores, desossa, remoção de pele inline, remoção automática da escápula e da paleta. Quantos postos de trabalho são necessários para atender à capacidade. Como garantir as melhores condições de saúde e segurança ocupacional.

  • Software

    O processador deseja melhorar a supervisão da produção e o controle do desempenho da equipe para aumentar a produtividade. À medida que avançar para mercados de exportação, será necessário aumentar a rastreabilidade para atender às exigências regulatórias internacionais. Relatórios e auditorias mais simples também seriam vantajosos.

  • Preparação contra a obsolescência

    O processador quer começar com uma solução básica e aumentar os níveis de automação conforme as necessidades do negócio evoluírem. Por isso, é importante escolher uma solução flexível, que acompanhe futuras demandas.

O futuro já começou

O sucesso dos processadores de carne suína hoje depende da capacidade de se adaptar aos desafios e otimizar o aproveitamento da matéria-prima. Os avanços em tecnologia de processamento suinícola chegam no momento certo para impulsionar o crescimento futuro da indústria, permitindo um aumento gradual da automação, com controle de custos e proteção das margens — sem abrir mão da flexibilidade para atender às demandas variáveis do mercado.

A abordagem produto–processo–solução da JBT Marel garante que as soluções de processamento sejam totalmente adaptadas às necessidades específicas da sua planta, com escalabilidade e eficiência, sem adicionar complexidade desnecessária.

Se você busca aumentar a rentabilidade, este é o momento ideal para avaliar como seu mix de produtos, seus processos e suas soluções estão alinhados com os objetivos de longo prazo da sua empresa.

Pronto para conversar sobre como configurar a solução de processamento ideal? Vamos nos conectar.